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Brasil Afuera: Portadas de los diarios Brasileros

Info7/2/2010
OPOPULAR
Brasil perde e está fora da Copa do Mundo 2010
Caroll Almeida
É o fim da Copa da África do Sul para a torcida brasileira. De virada, a Holanda fez 2 a 1 em cima do Brasil e mandou a seleção canarinho para casa, acabando com o sonho do Hexacampeonato em 2010.

Holanda conseguiu virar no seguno tempo da partida. O segundo gol da seleção holandesa foi feito pelo astro Sneijder, o camisa 10 da Holanda. O primeiro, aos 8 minutos do segundo tempo, também saiu de uma jogada do craque, que cruzou para a área e conseguiu fazer com que Felipe Melo atrapalhasse a defesa de Júlio César.

A seleção brasileira chegou a sair na frente e marcou o primeiro gol com o atacante Robinho, aos 10 minutos do primeiro tempo. Apesar de confiante na primeira parte do jogo, a qualidade do jogo brasileiro caiu no segundo tempo, principalmente depois da expulsão de Felipe Melo, que deu entrada maldosa no jogador Robben aos 28 minutos do segundo tempo.  

As duas seleções jogaram no Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth. Holanda espera agora, para enfrentar nas semifinais, o vencedor do jogo entre Uruguai e Gana, que começa às 15h30 (de Brasília), em Johannesburgo.




ATRIBUNA
Adeus, Copa
Seleção Brasileira se despede da Copa com derrota de virada para a seleção holandesa

De A Tribuna On-line

Créditos: AFP
Kaká deixou novamente a desejar; agora, só em 2014

Brilhou a estrela de Sneijder, melhor jogador europeu da temporada. Ao Brasil restou a tristeza de ser eliminado nas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul.

No Estádio Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth, a equipe de Dunga perdeu por 2 a 1, de virada, para a Holanda, que segue na competição e chega às semifinais com cinco vitórias, em cinco jogos.

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No Brasil, após um bom primeiro tempo, Kaká, Robinho, Luís Fabiano e companhia sumiram de campo na etapa final. Em um desastre anunciado, Felipe Melo anotou um gol contra e ainda acabou expulso. Do lado holandês, Sneijder fez valer o seu talento, comandando a vitória da equipe.

Primeiro tempo

As duas equipes fizeram um jogo que prendeu a atenção mais pelas fortes disputas do que por lances plásticos e técnicos. O nervosismo foi sentido, com os jogadores abusando das faltas. Os holandeses pareceram mais preocupados em intimidar os brasileiros, que não tiraram o pé das divididas.

Nesse cenário, a Seleção de Dunga soube tirar proveito das individualidades para abrir espaço na atrapalhada zaga da Holanda. Aos 8 minutos, a arbitragem anulou um gol de Robinho, em lance iniciado em posição de impedimento de Daniel Alves.

Dois minutos depois não teve jeito. Felipe Melo mostrou categoria ao enfiar uma linda bola para Robinho. O atacante tocou de primeira, na saída do goleiro Stekelenburg, para abrir o placar.

A tensão em campo cresceu, e as faltas continuram, truncando a partida. O gol, no entanto, acordou os holandeses, que avançaram a marcação e procuraram jogar no campo de defesa do Brasil. Apesar da pressão, pouco criaram, tanto que o time de Dunga teve as melhores chances e poderia ter ampliado ainda na primeira etapa.

Aos 31, Robinho fez bela jogada pela esquerda, deixou De Jong e Van der Wiel para trás e tocou para Kaká. O meia bateu colocado da entrada da área. O goleiro Stekelenburg foi buscar no "ngulo. Antes de ir para o intervalo ainda teve tempo para uma conclusão de Maicon, que passou rente à trave esquerda do goleiro holandês.

Segundo tempo

A Holanda voltou dos vestiários ligada e desde o início passou a pressionar, sem dar fôlego aos brasileiros. A igualdade no placar era uma questão de tempo. E ela veio aos 8 minutos. Sneijder cobrou falta e levantou a bola na área. Felipe Melo atrapalhou Julio Cesar, que saiu mal do gol. O volante acabou tocando contra, colocando a bola na rede brasileira. O gol desestabilizou completamente o time brasileiro.

A igualdade animou os holandeses que começaram a dominar a partida. Tocando no campo brasileiro, a equipe pressionou, enquanto o meio-campo de Dunga passou a assistir o adversário jogar.

A virada no placar começava a se configurar e ela se concretizou aos 23. Em cobrança de escanteio pelo alto, Kuyt desviou na primeira trave, para trás. Sneijder só completou de cabeça.

Aos 28, a desgraça tomava mais força: Felipe Melo foi expulso de campo por entrada e pisão em Robben.

Com um homem a mais, a Holanda tomou conta do jogo. O Brasil, na base do desespero tentou encontrar o empate, mas sem sucesso. Enquanto isso, os holandeses desperdiçaram sucessivas chances para ampliar o placar. No final, festa laranja.


Ficha Técnica

HOLANDA 2 X 1 BRASIL

Holanda: Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Ooijer e Van Bronckhorst; De Jong, Van Bommel e Sneijder; Robben, Kuyt e Van Persie (Huntelaar). Técnico: Bert Van Marwijk.

Brasil: Julio Cesar; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves e Kaká; Robinho e Luís Fabiano (Nilmar). Técnico: Dunga.

Gols: Robinho, aos 10 minutos do primeiro tempo; Felipe Melo, contra, aos 8, Sneijder, aos 23 minutos do segundo tempo.

Cartões amarelos: Heitinga, Van der Wiel, De Jong, Ooijer (Holanda), Michel Bastos (Brasil).

Cartão vermelho: Felipe Melo.

Árbitro: Yuichi Nishimura (Japão).

Local: Estádio Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth.

http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=43113&idDepartamento=46&idCategoria=0


DGABC
Brasil leva virada e dá adeus à Copa do Mundo
Do Diário OnLine
10 comentário(s)

O primeiro tempo maravilhoso canarinho virou um pesadelo na etapa final. Essa foi a história do jogo desta sexta-feira no Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, entre Brasil e Holanda, pelas quartas-de-final da Copa do Mundo da África do Sul. Com dois cruzamentos, em gols de Snjeider, o Carrossel ganhou por 2 a 1.

Com um time leve, o Brasil fez um excelente primeiro tempo e abriu o placar aos dez minutos com Robinho, depois de lindo passe de Felipe Melo, que foi confirmado momentos antes do confronto. Antes, o atacante do Santos já havia marcado, mas a arbitragem anulou corretamente.

O time verde-amarelo continuou bem em campo, com boas participações dos laterais, de Kaká e de Daniel Alves. Do outro lado, Robben buscou a jogada mais manjada do mundo, quando recebe na lateral e puxa para o meio para tentar o arremate. A zaga brasileira, no entanto, tirou todas. Júlio César mal teve trabalho, enquanto o goleiro Stekelenburg pelo menos salvou por duas vezes o segundo gol.

Depois do intervalo, o filme foi outro. Logo no início, Sneijder lançou na área, Julio César e Felipe Melo falharam e o empate saiu. O meia holandês virou o jogo pouco depois para a festa da Laranja Mec"nica, que teve maior alegria com a expulsão boba de Felipe Melo, que fez justiça ao seu temperamento.

Com a classificação, o Carrossel vai disputar a semifinal, na próxima terça-feira (6), no Greenpoint, Cidade do Cabo. O adversário sai do confronto entre Uruguai e Gana, logo mais, às 15h30, no Joanesburgo, no Soccer City. Já a Seleção verde-amarela volta para a casa e espera conquistar o hexa em 2014, quando será a anfitriã.

O jogo - O Brasil começou bem a partida e logo aos sete minutos balançou as redes. Luís Fabiano passou para Daniel Alves, impedido, que cruzou para Robinho mandar para o gol. Porém, arbitragem assinalou irregularidade. Mas não teve muito problema. Aos dez, Felipe Melo deu lindo toque para Robinho, que, de primeira, bateu para abrir o placar.

A Seleção verde-amarela continuou melhor e perdeu boas chances de ampliar. Daniel ficou com a bola pela direita, deu dois cortes no mesmo marcador e cruzou rasteiro. Juan completou com chute para fora.

Pouco mais tarde, o gol não saiu graças ao goleiro Stekelenburg. Robinho saiu da marcação de dois atletas, com uma linda jogada pela esquerda, deixou a bola para Luis Fabiano. O atacante tocou de calcanhar para Kaká, que bateu colocado. O arqueiro tirou com as pontas dos dedos.

No final do primeiro tempo, o time de Dunga ficou novamente perto do segundo. Daniel Alves abriu para Maicon na direita e o lateral bateu direto para o gol. Stekelenburg espalmou para escanteio, apesar de o árbitro assinar tiro de meta.

Na volta do intervalo, a Holanda achou um gol. Pela direita, Sneijder cruzou a bola na área, Júlio César e Felipe Melo se atrapalharam e a bola parou no fundo das redes. O gol foi dado para o volante, contra. O empate parcial deixou o Brasil mais acuado e o primeiro chute no segundo tempo aconteceu de Daniel Alves, que mandou para fora. Pouco depois, Kaká bateu da entrada da área e também errou o alvo.

E o que estava bem nos primeiros 45 minutos ficou dramático. Em cobrança de escanteio, Kuyt desviou e Snjeider completou de cabeça para virar o jogo. A situação ainda piorou. Felipe Melo acertou Robben, caído, e o árbitro expulsou o volante brasileiro.

Dunga colocou Nilmar no lugar de Luís Fabiano, mas o time canarinho se perdeu no nervosismo e mal conseguiu buscar o empate. No máximo, um escanteio que atravessou toda a área holandesa, mas ninguém tocou. Já os holandeses, que nem fizeram muito para vencer e nem de longe pareciam com o Carrossel de outros tempos, se classificaram por serem mais objetivos.




ANOTICIA
Brasil perde de virada para a Holanda e dá adeus ao Hexa
Robinho abriu o placar, mas a Seleção permitiu a virada dos holandeses

Paulo Ludwig
paulo.ludwig@zerohora.com.br

No primeiro jogo complicado que teve pela frente na Copa da África, a Seleção arrumou as malas e voltou para a casa. Depois de abrir 1 a 0 no primeiro tempo com Robinho, o Brasil sofreu o empate na segunda etapa e se descontrolou. Veio a virada com Sneijder e o sonho do hexa ficou adiado para o Mundial do Brasil, em 2014.

Veja como foi a eliminação do Brasil

A primeira etapa foi toda do Brasil. Com 1 a 0 no placar, a Seleção teve chances de matar o jogo, mas não marcou e manteve o adversário vivo no jogo. Erro crasso. Nos 45 minutos finais, uma bola despretensiosa mudou o rumo do jogo. Sneidjer cruzou, Julio Cesar saiu mal e a bola entrou. Depois disso, veio a expulsão anunciada de Felipe Melo, o segundo gol da Holanda e o desespero até o apito final do juiz Yuichi Nishimura

O JOGO

Quem assistiu ao primeiro tempo do jogo, jamais poderia prever o que viria mais adiante. Sólido na defesa e com um ataque rápido, o Brasil dominou completamente as ações do jogo. O gol não demorou a sair. Aos 10 minutos, depois de lindo lançamento de Felipe Melo, Robinho bateu de primeira e abriu o placar.

Predomínio brasileiro

O Brasil seguiu em cima, sem dar nenhuma chance para a Holanda. O goleiro Julio Cesar era um mero espectador da partida. Aos 31 minutos, chegou a aparecer o futebol bonito que todos os torcedores tanto pedem. Robinho entortou o zagueiro, tocou para Luis Fabiano, que de calcanhar serviu Kaká. O meia do Real Madrid mandou colocado e o goleiro Stekelenburg fez milagre.

No último lance da primeira etapa, Maicon ainda perdeu a chance de descansar com uma vantagem mais confortável. O lateral-direito recebeu com liberdade e bateu na rede pelo lado de fora. Parecia o cenário perfeito. Jogando bem, vencendo e convencendo contra uma grande seleção.

Pane na volta do vestiário

O problema é que o vestiário fez muito bem aos holandeses. Na segunda etapa, os papéis se inverteram. Quem procurava o jogo eram os europeus e o Brasil se defendia. Até aí, nada demais. A Seleção tinha a vantagem no marcador e tratava de protegê-la. Isso até os 8 minutos. Sneidjer cruzou na área como já havia cruzado quase uma dezena de bolas no jogo, mas dessa vez, Julio Cesar e Felipe Melo se choraram e o volante tocou de cabeça para o gol.

Foi o fim para a Seleção de Dunga. O descontrole mostrado pelo técnico em entrevistas coletivas transbordou dentro de campo e a equipe sucumbiu à frieza holandesa. A virada veio aos 23 minutos, em mais uma bola aérea. Após cruzamento no primeiro poste, Kuyt raspou para trás e Sneijder, o melhor do jogo, completou de cabeça para o gol.

Descontrole e expulsão

O líder do destempero brasileiro, Felipe Melo, fez falta em Robben aos 28 minutos e depois pisou no craque holandês. Cartão vermelho, que todos sabiam que em algum momento iria aparecer para o volante brasileiro na Copa. Ficava muito difícil reagir.

Aos 31 minutos, Dunga ainda lançou a sua última cartada. Colocou Nilmar no lugar de Luis Fabiano e a troca fez a equipe melhorar. O Brasil tentou, pressionou, mas não tinha força nem volúpia para concluir de forma perigosa contra o gol do goleiro Stekelenburg. A cinco minutos do fim, Kaká ainda teve a bola do jogo. Ele arrancou pela esquerda, de frente para o zagueiro, entrou na área, mas bateu em cima da zaga.

Ali acabava o sonho do Brasil de conquistar a sua sexta Copa do Mundo. Resta agora secar a Argentina amanhã, contra a Alemanha, e torcer para que a nova e boa geração que está surgindo resgate a hegemonia da Seleção no futebol dentro de casa, em 2014.




LANCE
'Competitiva', Holanda vira e elimina o Brasil
Felipe Melo estraga a festa brasileira, Seleção perde chances e os rivais esperam o adversário da semi
Felipe Melo deixa o campo após ser expulso no segundo tempo (Foto: Reuters)

Felipe Melo deixa o campo após ser expulso no segundo tempo (Foto: Reuters)

Thiago Perdigão
Thiago Perdigão SÃO PAULO
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Pela segunda vez consecutiva a Seleção Brasileira é eliminada nas quartas de final da Copa do Mundo. E mais uma vez com uma história digna de uma "Crônica de uma morte anunciada". Com a licença do escritor Gabriel García Márquez. E Felipe Melo foi o protagonista desta triste passagem. Do belo lançamento para o gol de Robinho no primeiro tempo, para o gol contra e a expulsão na etapa final. No fim, na primeira virada dos mata-matas desta Copa, a Holanda venceu por 2 a 1.

A "morte anunciada" citada acima tem a ver com Felipe Melo. Depois de uma temporada pífia na Juventus, o volante da Seleção chegou a África do Sul sob muitas desconfianças. Além da má fase em campo, o destempero emocional do camisa 5 era uma preocupação constante. E nesta sexta-feira, em Porto Elizabeth, o "medo" se tornou realidade.

Dois tempos distintos. Esse é o resumo da partida desta sexta. No primeiro tempo, o Brasil sobrou. Abriu o placar logo aos 10 minutos, após belo passe de Felipe Melo que Robinho só teve o trabalho de tocar para o gol. Depois, perdeu chances de ampliar o resultado. Menos por oportunidades criadas, é verdade, mas dominou as principais ações do jogo.

Na etapa final, só deu Holanda. Subiu a marcação em seu campo de ataque, roubou bolas na defesa brasileira e o melhor, pelo menos para eles: conseguiu converter em gols as chances que criou. Em lances que a Seleção não costumava falhar, nas jogadas aéreas. Felipe Melo aos 8 minutos cabeceou contra e (o baixinho) Sneijder aos 23 aproveitou desvio de Kuyt e só tocou para as redes.

Leia mais:
- Dunga não é mais técnico da Seleção Brasileira
- Atuação de Felipe Melo espelha desempenho da Seleção
- Julio Cesar: 'Foi um resultado que ninguém esperava'
- Ronaldo: 'Felipe Melo não deve passar férias no Brasil'

Com a desvantagem no placar, o Brasil sofreu. Sem o contra-ataque, sua principal característica, faltou qualidade para criar chances e vencer a retranca holandesa.

Na História dos confrontos, a Holanda empatou. Eliminou o Brasil em 1974 e 2010 e foi desclassificada em 1994 e 1998. Mas diferentemente da Copa de 74, esta seleção está longe de encantar o mundo como fez naquele ano. Pragmática, competitiva, até defensiva por vezes, é forte candidata ao título deste Mundial. Marca forte e sai rápido nos contra-ataques. Além do brilho de Sneijder, o melhor do time, e um dos principais jogadores do mundo.

Agora a Holanda espera o vencedor entre Gana e Uruguai, que se enfrentam ainda nesta sexta, às 15h30, no Soccer City, em Johannesburgo.


FICHA TÉCNICA:
HOLANDA 2 X 1 BRASIL

Estádio: Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth (AFS)
Data/hora: 2/7/2010 - 11h (de Brasília)
Árbitro: Yuichi Nishimura (JAP)
Auxiliares: Toru Sagara (JAP) e Jeong Hae Sang (CDS)

Público: 40.186 pessoas
Cartões amarelos: Heitinga, De Jong, Ooijer e Van der Wiel (HOL); Michel Bastos (BRA)
Cartão vermelho: 27'/2ºT, Felipe Melo (BRA)
GOLS: Robinho, 10'/1ºT (0-1); Felipe Melo (contra), 8'/2ºT (1-1); Sneijder, 23'/2ºT (1-2)

HOLANDA: Stekelenburg, Van der Wiel, Heitinga, Ooijer e Van Bronckhorst; Van Bommel, De Jong e Sneijder; Kuyt, Robben e Van Persie (40'/2ºT - Huntelaar). Técnico: Bert van Marwijk.

BRASIL: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (16'/2ºT - Gilberto); Gilberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves e Kaká; Robinho e Luís Fabiano (32'/2ºT - Nilmar). Técnico: Dunga.





Saludos, "Vape"
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